Confraria de São Roque do Regimento de Infantaria nº 14

O Regimento de Faro, mais tarde denominado Regimento de Infantaria n.º 14 teve uma Confraria sob a invocação de São Roque, com Compromisso aprovado, embora actualmente se desconheça o seu paradeiro.

Na Confraria assentavam-se por Irmãos todos os soldados e oficiais inferiores escusos do Real Serviço” que, em 1762, pediram à Rainha D. Maria I, que lhes fosse restituído toda a verba que tinham descontado para fins de funeral. Sabe-se que, a confraria tinha uma imagem de São Roque, já que a 4 de Novembro de 1779, num ofício emanado do Palácio de Nossa Senhora da Ajuda, assinado por Ayres de Sá e Mello e dirigido ao Armador Mor.

Bibliografia

LIMA, Henrique Campos, Padroeiros dos Regimentos, Confrarias e Irmandades Militares. Porto: Maranus, 1937

Ministério da Defesa Nacional /Arquivo Histórico Militar: PT/AHM/DIV/3/29/11 Regimento de Infantaria n.º 14. São Roque

Ministério da Defesa Nacional /Arquivo Histórico Militar: 3.º divisão, 43 secção, n.º 25, cx 64, 1818

 Ministério da Defesa Nacional /Arquivo Histórico Militar: 3.º divisão, 43 secção,n.1, cx 65, 1832

Ministério da Defesa Nacional /Arquivo Histórico Militar: 3.º divisão, 43 secção n. 50, cx 65, 1914

Localização

Faro, Portugal

Pontos de Interesse: Sugestões

Foi no burgo piscatório da Póvoa do Varzim que, em 1582, foi construída a Capela de São Roque, por iniciativa de Diogo Peres de São Pedro e sua mulher Maria Fernandes de Faria. 

Praça da República, Póvoa de Varzim

A capela insere-se no conjunto do Centro de Reabilitação de Alcoitão, criado em 1956 pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Dr. José Guilherme de Mello e Castro.

Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, Rua Conde Barão, Alcoitão, 2649-506 Alcabideche, Portugal

A capela foi construída no século XVII, no extremo nascente da povoação, no fundo de um vale encaixado e junto a um ribeiro. 

EN 315 até Sambade e depois segue para Vila Nova, Alfândega da Fé, Sambade, Portugal