É constituído o processo documental para pedido de autorização ao Governo, para se proceder à venda de todo o mobiliário e realizar a fusão com a Caixa de Pensões do Arsenal (Acta de 27 de Abril de 1928, pp.14). A 16 de Junho é assinado o Despacho do Governo para a fusão da Irmandade com a Caixa Pensão Arsenal da Marinha.

O visitador Francisco Maria Frazão sugere que para “cumprimento com o referido Decreto deveríamos transitar com o nosso capital em inscrições, bem como pensionistas, e sócios que desejam transitar, nas condições da primeira caso estabelecidas com a referida caixa, e depois da venda se executaria o que para tal fim está estabelecido na segunda e terceira base, consoante o rendimento da venda”. Os presentes na reunião decidem que “tudo transitasse depois de tudo vendido”, vontade também manifestada pelo Tesoureiro a quem, pela responsabilidade do seu cargo, competia encerrar todas as contas. O dinheiro existente no chamado Cofre dos Sinos era destinado ao pagamento das jóias dos sócios que transitassem desta Irmandade para a Caixa de Pensões, e o remanescente seria englobado no apuramento da venda e saldo existentes, e aplicado nos fins previstos nas bases da fusão. Esta deliberação é aprovada pela Mesa da Assembleia-Geral, em que assistiu o Presidente Cândido António de Carvalho.

Assinam esta Acta:

  • Presidente - Luís augusto Pereira
  • Tesoureiro - Luís Baptista
  • Visitadores - Alfredo Lopes da Silva, Marcolino Nepomoceno Motta
  • Secretário - Júlio Alves