O Real Arsenal é reconstruído nos terrenos onde se situava a Ribeira das Naus, sendo necessário fazer demolições para obtenção de mais espaço. Os novos planos dos edifícios da Alfândega, do Arsenal, da Ribeira das Naus e da Fábrica do Tabaco são riscados pelo arquiteto e engenheiro militar Eugénio dos Santos (1711-1760). A Irmandade pede ao rei D. José I para edificar uma capela dentro da Ribeira das Naus, o que foi autorizado em 1756 (pela Provisão de 22 de Fevereiro). O Alvará 6 de Março autoriza os Carpinteiros da Ribeira das Naus a edificar uma “barraca de madeira” para capela dedicada a São Roque, que funciona entre 1756 e 1760, quando é demolida, porque estava já construída a definitiva capela em alvenaria de “pedra e cal”.