O Convento do Carmo e a Igreja ficam danificados na sequência do terramoto e a Irmandade perde grande parte dos seus bens, tendo apenas recuperado dos escombros “a cabeça da imagem do Gloriozo S. Roque, com seu resplendor de prata, que é a que ainda se venera hoje, pois se lhe mandou fazer um corpo, e acharam dois anjos de madeira, quatro castiçais de prata Lizos, e alguma prata queimada, que pezou duas arrobas, e vinte arráteis, (…)”. Também recuperaram uma outra imagem pequena de São Roque porque esta estava na casa do Marquês de Abrantes, “porque costumavão os Fidalgos nas occaziões de doença mandarem buscar a dita Imagem, pela grande devoção, que tributavão ao mesmo Santo (…)” (FREITAS E AZEVEDO, 1781).