O Compromisso é aprovado em 9 de Dezembro, pelo Arcebispo de Lisboa, D. Jorge de Almeida. Neste documento é autorizada a existência de uma pensão destinada ao auxílio dos Irmãos pobres, doentes e suas respectivas famílias, bem como a criação de um fundo financeiro especial dirigido a pagar o resgate dos Irmãos que fossem captivos pelos “mouros”.

Os Irmãos usam vestes brancas, capas pardas e murças pretas com os seus Capelinhos e “nas mangas da Crus de acompanhar, e as Murças traziam bordadas as Armas Reas, de cuja demonstração se patenteia ser a dita Irmandade de protecção Real” (Fr. Manoel de Sá, Memorias Historicas Da Ordem de Nossa Senhora do Carmo da Província de Portugal. Parte primeira, que entregou na Academia Real da História Portuguesa e ao Reverendissimo Fr. Gaspar Pizolante, Lisboa Occidental, Off. de Joseph Antonio da Sylva, p. 125).

A capa usada pelos confrades manteve as mesmas características, pelo menos até 1911, como consta a referência descrita na “Cópia da Narração Histórica”, que foi anexa ao Auto de Diligência da Capela de São Roque, com data de 1911.